A Região Metropolitana de Campinas responde pelo segundo maior parque industrial do país.

A região cresce 4% ao ano, gera US$ 60 bilhões, 9% do PIB brasileiro com uma renda per capita de US$ 9,8 mil.

Campinas é um dos centros mundiais de tecnologia da informação, tendo sido apontada como uma das sete cidades do mundo com melhores oportunidades de crescimento em imóveis.


O município é o quarto do país em volume de câmbio em comércio exterior, depois de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, sendo responsável por 10% de toda a produção agroindustrial do país, assumindo a liderança nacional quanto ao uso de sementes de alta qualidade e mecanização agrícola.

As principais culturas são de cana-de-açúcar e laranja, seguido de café e batata, destacando-se também como grande produtora de frutas de mesa.

A educação é um dos combustíveis dessa expansão.  A região conta com cinco universidades e dezenas de faculdades privadas.

Concentra a maioria dos núcleos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico do país, como a Fundação CPqD de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, o Instituto Nacional de Tecnologia de Informação, o Instituto Agronômico de Campinas, o Laboratório de Luz Sincroton e o Instituto de Tecnologia de Alimentos.

Segundo estudos realizados por institutos de pesquisa, a audiência dos veículos de comunicação regionais se distribuem da seguinte forma:


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